Quero um poema bem feito em corpo
Os teus olhos à me circundar e inundar
Letra , eu quero o porto
E o vento a me chacoalhar
Uma interrogação
Quero reticências
Quero a estranheza de mim
E o conflito esquartejado
Na mesa das horas
Ser no ser de mim .
domingo, 22 de agosto de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
O real verde
Os edifícios desmoronam
Dos restos dos concreto
Dança a poeira de ilusão
De vida, que cimentada no sonho
De ser despencou na morte.
Novas vigas se recompõem
Para o eterno capital
O dinheiro voa
O verde absurdo
Permanece soberano do querer
E não ter sempre, a nota maior.
Cimentada, porém ,sem dona
Eternamente esvoaçante.
Dos restos dos concreto
Dança a poeira de ilusão
De vida, que cimentada no sonho
De ser despencou na morte.
Novas vigas se recompõem
Para o eterno capital
O dinheiro voa
O verde absurdo
Permanece soberano do querer
E não ter sempre, a nota maior.
Cimentada, porém ,sem dona
Eternamente esvoaçante.
Cotidiano
Tragada pelos vícios
No desenrolar do descontrole
Indisposta.
A lava desce
É o molho que dá sabor à carne
Fatiada à moda da vida.
Sempre temos sonhos
Transbordam feito águas claras
Na realidade obscura.
Uma chuva de insetos
Dançam ferozmente ao redor da lâmpada
Festejam a grande luz que bronzeia e vigia ,o canto da sala.
Ouço o vento despenteado
Os cabelos de madeira.
O chiado da chaleira fantástica
Do cotidiano, traz a solidão ao seu devido lugar.
Vai amanhecendo
Como tem de ser
Logo o sol tomará a forma de um tirano
Que arrebenta a chibata no negrume da massa.
O pão está em cima da mesa
À espera da língua quente e voraz.
Do leite verte o sopro de ser saudável.
A amargarina endurecida
Rolo compressor do contínuo sentimento,
De que serão sempre assim os dias.
Saímos da mesa posta
Do que teríamos.
Passam as horas
Os automóveis brigam por um espaço
Nas fábricas, escolas, prisões, galpões.
Já são meio dia
O meio do nada
Dívidas se acumulam.
No rádio uma canção enfadonha.
Alface, bife, encontram os grãos de costume.
Faz muito sol
E indigestão
Escovamos os dentes
Cuspimos o que não serve ao bom hálito.
Trabalhamos
Preenche mo-nos de regras
Prioridades, padrões.
Os circos estão vazios!
Temos azia.
As horas não passam
A voz do chefe vai e vem
Os crachas se encontram
Reconhecem-se ao mesmo tempo que se ignoram.
As formigas são incansáveis
Suam e tem sobrancelhas.
Hora do café
Um convite à preguiça
Mãe de nós todos
Que Deus a tenha soberana.
Ah azia...
Amanhã um novo dia
Igualzinho aos outros.
Muitos figurantes
Insistem que não existe nenhuma relação
Bravas formigas com úlcera!
As sete horas
Hora rápida
De sopa e frango
Não temos para quem voltar
Nossos corpos apodrecem
Adormecem
Morrem.
Os computadores permanecem ligados
A madrugada é turva
O sono é interrompido
As crianças tem lâmpadas
Mamãe e papai não existem.
O rádio conversa em diversos idiomas
Os corações batem por bater
Torna mo-nos fumantes
Cardíacos, hipertensos.
Não, hora de acordar
A hora covarde
Também a hora do primeiro beijo.
A água descama a pele
Reveste-a, jura lealdade.
Empalidecemos num uniforme disforme.
Café, cabelos no ralo do banheiro
A amargarina está à espera do pão de hoje, da geleia.
Não existe ninguém
As lágrimas vertem do leite.
Logo sairá o sol
Muita poluição, propaganda
Malabares no farol
Assaltos
Não existimos.
Hora do mais forte fazer valer a sua voz.
Os elevadores amontoados
Cheios de etiquetas
De corpos
De que são?
Não existe ninguém.
As crianças irrompem o silêncio
Das madres manicures
Esta manhã uma formiga morreu
Não tinha para onde ir
O banheiro está ocupado
A área está isolada.
No noticiário a banalidade
Muitas folhas para carregar
O formigueiro está sobre carregado.
Não existia para ninguém
Um inseto
Mais um dentre a massa corrosiva.
Silênciou-se um coração
O da amargarina
Não existe ninguém para voltar.
No desenrolar do descontrole
Indisposta.
A lava desce
É o molho que dá sabor à carne
Fatiada à moda da vida.
Sempre temos sonhos
Transbordam feito águas claras
Na realidade obscura.
Uma chuva de insetos
Dançam ferozmente ao redor da lâmpada
Festejam a grande luz que bronzeia e vigia ,o canto da sala.
Ouço o vento despenteado
Os cabelos de madeira.
O chiado da chaleira fantástica
Do cotidiano, traz a solidão ao seu devido lugar.
Vai amanhecendo
Como tem de ser
Logo o sol tomará a forma de um tirano
Que arrebenta a chibata no negrume da massa.
O pão está em cima da mesa
À espera da língua quente e voraz.
Do leite verte o sopro de ser saudável.
A amargarina endurecida
Rolo compressor do contínuo sentimento,
De que serão sempre assim os dias.
Saímos da mesa posta
Do que teríamos.
Passam as horas
Os automóveis brigam por um espaço
Nas fábricas, escolas, prisões, galpões.
Já são meio dia
O meio do nada
Dívidas se acumulam.
No rádio uma canção enfadonha.
Alface, bife, encontram os grãos de costume.
Faz muito sol
E indigestão
Escovamos os dentes
Cuspimos o que não serve ao bom hálito.
Trabalhamos
Preenche mo-nos de regras
Prioridades, padrões.
Os circos estão vazios!
Temos azia.
As horas não passam
A voz do chefe vai e vem
Os crachas se encontram
Reconhecem-se ao mesmo tempo que se ignoram.
As formigas são incansáveis
Suam e tem sobrancelhas.
Hora do café
Um convite à preguiça
Mãe de nós todos
Que Deus a tenha soberana.
Ah azia...
Amanhã um novo dia
Igualzinho aos outros.
Muitos figurantes
Insistem que não existe nenhuma relação
Bravas formigas com úlcera!
As sete horas
Hora rápida
De sopa e frango
Não temos para quem voltar
Nossos corpos apodrecem
Adormecem
Morrem.
Os computadores permanecem ligados
A madrugada é turva
O sono é interrompido
As crianças tem lâmpadas
Mamãe e papai não existem.
O rádio conversa em diversos idiomas
Os corações batem por bater
Torna mo-nos fumantes
Cardíacos, hipertensos.
Não, hora de acordar
A hora covarde
Também a hora do primeiro beijo.
A água descama a pele
Reveste-a, jura lealdade.
Empalidecemos num uniforme disforme.
Café, cabelos no ralo do banheiro
A amargarina está à espera do pão de hoje, da geleia.
Não existe ninguém
As lágrimas vertem do leite.
Logo sairá o sol
Muita poluição, propaganda
Malabares no farol
Assaltos
Não existimos.
Hora do mais forte fazer valer a sua voz.
Os elevadores amontoados
Cheios de etiquetas
De corpos
De que são?
Não existe ninguém.
As crianças irrompem o silêncio
Das madres manicures
Esta manhã uma formiga morreu
Não tinha para onde ir
O banheiro está ocupado
A área está isolada.
No noticiário a banalidade
Muitas folhas para carregar
O formigueiro está sobre carregado.
Não existia para ninguém
Um inseto
Mais um dentre a massa corrosiva.
Silênciou-se um coração
O da amargarina
Não existe ninguém para voltar.
sábado, 19 de dezembro de 2009
J-O-C-A-S-T-A
J-o-c-a-s-t-a
Castradora do amanhã
No sempre de nunca de todos do dias
Casta.
Jocasta já casta
Castrada
Jô casto
A casta dos Jôs
Castanhas na catequese
Jocasta na catraca jô
Casta castradora.
Tema de Freud
Abismo do natural
Paraíso de Édipo
Saliva de serpente
Serpenteando no trono do Adeus.
A castidade
O chicote domina a palavra
Sem cerimonia
J-O-C-A-S-TA
Mulher castanha
Casta
No sempre de nunca de todos os dias casta.
Castradora do amanhã
No sempre de nunca de todos do dias
Casta.
Jocasta já casta
Castrada
Jô casto
A casta dos Jôs
Castanhas na catequese
Jocasta na catraca jô
Casta castradora.
Tema de Freud
Abismo do natural
Paraíso de Édipo
Saliva de serpente
Serpenteando no trono do Adeus.
A castidade
O chicote domina a palavra
Sem cerimonia
J-O-C-A-S-TA
Mulher castanha
Casta
No sempre de nunca de todos os dias casta.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Dezembro
Cortou-me com o silêncio
Fez festa com a novidade não contada
Cá estou a escrever na cama de todos os meus sonhos
Vestida de questões
Querendo a interrupção
O tilintar telefónico do olá
Tateando as incertezas
Caindo de madura
Ontem passado saboroso
Enclausurado no avesso de mim.
Estão fabricando gente
Estão pintando as calçadas de amanhã
Estamos a viver.
Cortou-me com o silêncio
Outra vez recusou-se
Empalideci
Ondas enormes de tristeza degustaram-se de mim.
O que penso eu do desdobrar dos acontecimentos
Quanto tempo se passou para que fosse preto o céu
Quanto tempo o tempo se deslocou de minhas mãos
Saberemos todos do fim do nós mesmos?.
Quantas voses
Relembrei de outros olhares direcionados a mim
Estou no encalço de um por-de-sol
Que não dá o ar da graça
Ele espera o fim do mundo
O dia em que todos os olhos se fecharem
E os lábios não mais murmurarem
A doçura da aurora
Feita em mulher.
Não cantaremos mais a união
Estamos vigilantes do vazio
Tudo está amargo
Insosso, pavorosamente pálido.
Cortou-me novamente
Com o despertar da ausência
A injúria da saudade
Lançou-me para o inferno da falta de ti
Tragou-me
Queimou-se com a brasa.
Hoje sou um grande campo verde-oliva
Sabe-se lá até quando
Quando...
Cortou-me com o silêncio
Cerrei os meus olhos.
Fez festa com a novidade não contada
Cá estou a escrever na cama de todos os meus sonhos
Vestida de questões
Querendo a interrupção
O tilintar telefónico do olá
Tateando as incertezas
Caindo de madura
Ontem passado saboroso
Enclausurado no avesso de mim.
Estão fabricando gente
Estão pintando as calçadas de amanhã
Estamos a viver.
Cortou-me com o silêncio
Outra vez recusou-se
Empalideci
Ondas enormes de tristeza degustaram-se de mim.
O que penso eu do desdobrar dos acontecimentos
Quanto tempo se passou para que fosse preto o céu
Quanto tempo o tempo se deslocou de minhas mãos
Saberemos todos do fim do nós mesmos?.
Quantas voses
Relembrei de outros olhares direcionados a mim
Estou no encalço de um por-de-sol
Que não dá o ar da graça
Ele espera o fim do mundo
O dia em que todos os olhos se fecharem
E os lábios não mais murmurarem
A doçura da aurora
Feita em mulher.
Não cantaremos mais a união
Estamos vigilantes do vazio
Tudo está amargo
Insosso, pavorosamente pálido.
Cortou-me novamente
Com o despertar da ausência
A injúria da saudade
Lançou-me para o inferno da falta de ti
Tragou-me
Queimou-se com a brasa.
Hoje sou um grande campo verde-oliva
Sabe-se lá até quando
Quando...
Cortou-me com o silêncio
Cerrei os meus olhos.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Vestido Azul
Me visto da poesia
Dos corpos de outrora
De todas as lembranças
De esperança.
Esta roupa não me cabe
A vastidão do tecido
É incompátivel com a pele inserida
Pele precária que a dor derreteu.
Este vestido é azul
Um azul assim escandaloso
Encobre a alma, travestida
A alma pálida, sôfrega.
O azul do céu trás calma
Não a vejo em meu corpo
O corpo que o vestido engoliu
Mascarou , coagiu.
Me despi de mim
De minha alma
Transbordei-me em não querer
Na rejeição dos pelos dos braços quentes.
O vestido retorna ao guarda-roupa
Velho cumplíce de todas as horas loucas
De encontros marcados.
Ficou preso no abismo do esquecimento
De madeira preta.
Meu corpo o rejeitou
Descartou-o
Como ficará esta veste triste
Os tecidos são o fiar do comportamento
Escondem o que deve ficar escondido
É a ordem, o progresso , a ausência do beijo.
Os tecidos lutam para nos cobrir
As veses nos confortam
Também escondem o que queremos ter em mãos
Escondem os gestos do vai e do vem.
Queimarei-o
PANO DESGRAÇADO QUE ME VESTIRAM
Não me cabe
Que culpa tenho do desvio
Sou desvio de conduta.
Não faço biscoitos para o jantar
Não esquento a barriga no fogão matrimonial
Prefiro ser o que eu sentir vontade
Ser o desejo
O meu , o do outro.
Serei as pernas cansadas
Prefiro ser as estrelas
Prefiro até o surto
A ser simplesmente um número
Dos corpos de outrora
De todas as lembranças
De esperança.
Esta roupa não me cabe
A vastidão do tecido
É incompátivel com a pele inserida
Pele precária que a dor derreteu.
Este vestido é azul
Um azul assim escandaloso
Encobre a alma, travestida
A alma pálida, sôfrega.
O azul do céu trás calma
Não a vejo em meu corpo
O corpo que o vestido engoliu
Mascarou , coagiu.
Me despi de mim
De minha alma
Transbordei-me em não querer
Na rejeição dos pelos dos braços quentes.
O vestido retorna ao guarda-roupa
Velho cumplíce de todas as horas loucas
De encontros marcados.
Ficou preso no abismo do esquecimento
De madeira preta.
Meu corpo o rejeitou
Descartou-o
Como ficará esta veste triste
Os tecidos são o fiar do comportamento
Escondem o que deve ficar escondido
É a ordem, o progresso , a ausência do beijo.
Os tecidos lutam para nos cobrir
As veses nos confortam
Também escondem o que queremos ter em mãos
Escondem os gestos do vai e do vem.
Queimarei-o
PANO DESGRAÇADO QUE ME VESTIRAM
Não me cabe
Que culpa tenho do desvio
Sou desvio de conduta.
Não faço biscoitos para o jantar
Não esquento a barriga no fogão matrimonial
Prefiro ser o que eu sentir vontade
Ser o desejo
O meu , o do outro.
Serei as pernas cansadas
Prefiro ser as estrelas
Prefiro até o surto
A ser simplesmente um número
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O que somos
Intenção
Pretensão
Tensão
Uma coleção de sãos
Bem organizados, disciplinados
A tristeza emerge quando piscamos todos, os olhos.
O objetivo do corpo é dançar
Se entrelaçar na vida, ser suspiros.
Afundamos na solidão
Na indiferença
No fracasso
Prendemo-nos na ilusão do perfeito dia,da hora perfeita.
Somos moribundos pedindo para sermos amados
Dilacerados, tragados pelos vícios
Amontoados feito roupa suja,o sujo de si.
Somos a roupa no varal
O varal é a vida
Que perdura enquanto brilham os olhos
Vejo a energia se dissipando
A velhice debochada tomando corpo.
Aniquilando, aniquilado...
Um esqueleto habitado pelos sentimentos
Músculos, uma carne conivente.
Combinações vasculares, projeções
Lábios,devaneios,seios
A fantasia,a ideia,a dor.
Perdemos muito, do amanhecer ao anoitecer.
Somos outros,labirintos psíquicos.
Saudamos as delícias
Todas elas passageiras
Dimensões alusivas ao corpo
E quando buscadas com mais furor
Transforma-nos em pervertidos sociais
Perigosos, inaptos ao convívio humano.
Somos defecados, somos o ato de defecar alheio.
Estamos presos no depois do prazer
Na aberração da imagem
Somos a sujeira do cano da cozinha
Somos o resultado da mente porca da alguém.
Somos A B G Y X
Códigos,DNA, bonecos feitos em carne
Números que se co-relacionam
Transformados no grito de gol.
Cada criança que nasce esta condenada!
A obedecer regras, a não ser.
Existimos para quem?
Nos transformamos em partidos políticos
Em nações,somos todos o ódio.
Matamos por papéis, cargos, por intolerância.
Somos bestiais
Somos algo...deixamos de ser.
Os pássaros são felizes.
Somos o império de nós contra nós
Nós somos destruição
Somos o fim da molécula
Estamos a baixo do resto do bico do abutre.
Nada.
Pretensão
Tensão
Uma coleção de sãos
Bem organizados, disciplinados
A tristeza emerge quando piscamos todos, os olhos.
O objetivo do corpo é dançar
Se entrelaçar na vida, ser suspiros.
Afundamos na solidão
Na indiferença
No fracasso
Prendemo-nos na ilusão do perfeito dia,da hora perfeita.
Somos moribundos pedindo para sermos amados
Dilacerados, tragados pelos vícios
Amontoados feito roupa suja,o sujo de si.
Somos a roupa no varal
O varal é a vida
Que perdura enquanto brilham os olhos
Vejo a energia se dissipando
A velhice debochada tomando corpo.
Aniquilando, aniquilado...
Um esqueleto habitado pelos sentimentos
Músculos, uma carne conivente.
Combinações vasculares, projeções
Lábios,devaneios,seios
A fantasia,a ideia,a dor.
Perdemos muito, do amanhecer ao anoitecer.
Somos outros,labirintos psíquicos.
Saudamos as delícias
Todas elas passageiras
Dimensões alusivas ao corpo
E quando buscadas com mais furor
Transforma-nos em pervertidos sociais
Perigosos, inaptos ao convívio humano.
Somos defecados, somos o ato de defecar alheio.
Estamos presos no depois do prazer
Na aberração da imagem
Somos a sujeira do cano da cozinha
Somos o resultado da mente porca da alguém.
Somos A B G Y X
Códigos,DNA, bonecos feitos em carne
Números que se co-relacionam
Transformados no grito de gol.
Cada criança que nasce esta condenada!
A obedecer regras, a não ser.
Existimos para quem?
Nos transformamos em partidos políticos
Em nações,somos todos o ódio.
Matamos por papéis, cargos, por intolerância.
Somos bestiais
Somos algo...deixamos de ser.
Os pássaros são felizes.
Somos o império de nós contra nós
Nós somos destruição
Somos o fim da molécula
Estamos a baixo do resto do bico do abutre.
Nada.
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